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AMBULATÓRIO DE TRANSFUSÃO

O STS dispõe de área especifica em ambiente confortável para atendimento hemoterápico ambulatorial a pessoas que necessitem submeter-se à transfusão de hemocomponentes (hemácias, plaquetas, plasma fresco congelado, crioprecipitado) ou à sangria terapêutica que não necessitem de internação hospitalar. Para isso, os pacientes devem apresentar condições clínicas para realizar esses procedimentos em nível ambulatorial. O paciente deve realizar contato telefônico prévio através do Call Center para agendamento do procedimento. Acesse a área de contato e ligue para nosso call center.

Em caso de transfusão de sangue, será necessária uma avaliação do médico hematologista ou clínico geral de seu estado clínico e da necessidade de realização do procedimento recomendado.  Após a avaliação, o paciente (ou responsável) assinará o termo de consentimento para transfusão e, em seguida será feita a coleta de uma amostra de sangue para realização dos Testes Pré Transfusionais que envolve: (Fenotipagem ABO, Pesquisa de Anticorpos Irregulares e Prova de Compatibilidade) a principio. O tempo médio de permanência do paciente para o procedimento de transfusão é em torno de 4-5 horas.

Requisitos para atendimento

  • Encaminhamento médico e exames recentes.

Documentos necessários

  • Carteira de Identidade ou Certidão de Nascimento; Carteira do Convênio.
  • Encaminhamento médico solicitando a transfusão.
  • Resultados de exames recentes.

Exames laboratoriais

  • Para transfusão de sangue: hemograma e, dependendo de outros hemocomponentes,  coagulograma.

O ambulatório de transfusão do STS realiza diversos procedimentos com foco no tratamentos dos pacientes hematológicos e onco-hematológicos, tais como:

– PLASMAFÉRESE TERAPÊUTICA

A plasmaférese (ou plasmaférese) é um tratamento médico no qual usamos uma máquina para remover elementos do plasma sanguíneo que possam ser responsáveis por algumas doenças.

Doenças como mieloma múltiplo, miastenia gravis e a síndrome de Guillain-Barré são provocadas por anticorpos nocivos que estão presentes no plasma, sendo, portanto, passíveis de serem tratadas com sessões de plasmaférese.

 

– LEUCOAFERESE TERAPÊUTICA

Às vezes, um número muito elevado de células leucêmicas provocam problemas na circulação normal do sangue. A quimioterapia só diminui a quantidade de células após alguns dias da primeira dose. Assim, a leucoferese pode ser realizada antes da quimioterapia. Neste procedimento, o sangue passa através de uma máquina especial que remove os glóbulos brancos, incluindo as células leucêmicas e retorna o resto das células sanguíneas e de plasma de volta para a corrente sanguínea.

 

– SANGRIA TERAPÊUTICA

A sangria terapêutica é um procedimento de retirada de uma quantidade de sangue, com a finalidade de aliviar alguns sinais e sintomas, ou na profilaxia de doenças relacionadas.

O principal objetivo é controlar o aumento da viscosidade sanguínea nas eritrocitoses (aumento das células vermelhas do sangue) e reduzir o conteúdo total de ferro nas situações de acúmulo de ferro hereditário (Hemocromatose).

 

– COLETA DE HEMOCOMPONENTES POR AFÉRESE (PLAQUETAS, HEMÁCIAS, GRANULÓCITOS)

Durante a doação por aférese o sangue é retirado do braço do doador, passa por um kit estéril e descartável, instalado em um equipamento separador de células, através de uma centrifugação. O sangue não entra em contato com a máquina. O componente desejado é drenado para uma bolsa de coleta e os demais componentes vão retornando continuamente ao doador.

 

– FENOTIPAGEM ERITROCITÁRIA ESTENDIDA DE PACIENTES E DOADORES, QUE ABRANGE OS SISTEMAS RH/KELL, KIDD, DUFFY, MNSS, LEWIS, LUTHERAN.

É uma tipagem sanguínea completa, com a caracterização de todos os antígenos eritrocitários, como os demais antígenos dos sistema Rh (C, c, Cw, E, e), Kell e outros sistemas, além do ABO e Rh(D), possibilitando uma transfusão totalmente compatível. Serve para evitar a sensibilização e o desenvolvimento de anticorpos irregulares no receptor de sangue.

 

– TRANSFUSÃO DE HEMOCOMPONENTES AMBULATORIAL E INTRA-HOSPITALAR

Transfusão de hemocomponentes em hospitais aos quais o STS possui agência transfusional em suas instalações. Também realizamos transfusão de hemocomponentes no ambulatório de transfusão localizado na Sede do STS.

 

– TRANSFUSÃO DE HEMOCOMPONENTES DESLEUCOCITADOS

A desleucotização significa a remoção dos leucócitos do hemocomponente e é realizada como prevenção de complicações relacionadas à transfusão de hemocomponentes alogênicos (quando o doador e o receptor são pessoas diferentes), devido à exposição do receptor aos leucócitos do doador. A indicação de sangue desleucotizado ocorre principalmente em pacientes com profilaxia de reações febris não hemolíticas, candidatos a transplante de rim, hemoglobinopatias em transfusão regular (talassêmicos, falciformes, entre outros) e candidatos potenciais a TMO (transplante de medula óssea).

 

– TRANSFUSÃO DE HEMOCOMPONENTES IRRADIADOS

A irradiação é a inativação dos linfócitos por raios gama, realizada para prevenção da doença do enxerto versus hospedeiro, associada à transfusão imunológica, onde ocorre a rejeição dos linfócitos do doador de sangue com o paciente. A indicação de sangue irradiado ocorre principalmente em receptores de transplante, imunodeficiências congênitas, doenças onco-hematológicas e transfusão neonatos.